Os filhos do
desconhecido voltaram
Após o
descansar da fria sepultura.
As pobres
almas perjuras
Cujo destino
já fora escrito.
E assim
padece o espírito
Dos que foram
queimados injustamente.
Pobres
crianças inocentes
Apedrejadas
à morte certa,
Que vem
antes que a corda aperta
No pescoço
dos enforcados...
Mártires
amaldiçoados
Reencarnando
o mal vivente.
A ferida se
abre e não sente
Aquele
câncer intocado,
Que assola
todos os condenados
A uma
sentença sem veredicto
Que dê um
fim ao espírito maldito.
An. P.
Maciel

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