Diga-me Rose, por que?
Por que me apunhalou?
Por que afugentar-me,
Sem piedade,
Nos espinhos do seu
amor?
Tristes lágrimas que
te regam
Banhando tuas pálidas
mãos .
São somente minhas.
Essas lagoinhas
De lágrimas de
solidão.
Por que calar-se?
Se tudo que eu queria
era te ouvir
Nenhum sussurro
Nenhum murmúrio
Som algum sai de ti.
Por que Rose,
iludir-me?
Se no final, tu
desistirias
Deixando-me aqui nesse
pranto
Sem encantos
De todo o amor que eu
sentia.
Aqui nesse maldito
túmulo,
Nessa maldita tarde
chuvosa
Esse é o triste fim.
Carregarei espinhos
dentro de mim,
E para ti Rose, uma
rosa.
An P. Maciel

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