sábado, 10 de maio de 2014

Uma Ode à Mulher mais Incrível do Mundo




Nas doces canções de ninar
Que me embalava
Ou nos contos de fada
Que encantava,
Me encolhia em seus braços
A cada bailar de voz
Que, há tanto,
Eu ansiava.

Não haviam monstros
Que me causassem temor,
Nem machucados
Que me causassem dor,
Pois um beijo singelo
A tudo curaria.

Sonhos ruins
Não me perturbavam
Nos braços
 que me embalavam,
A noite era profunda
E de intensa calmaria.

É um querer bem
Mais que tudo.
Por ela, só por ela
Eu mudo,
Sem nunca deixar
De ser quem eu sou.

Mesmo por toda
A desobediência,
Ou pelos caminhos
De má influência,
Ela estará sempre lá
Pronta para me dá amor.

O tempo passa,
Crescemos
E ela é a única que não percebe,
Se entristece.
E percebemos
Que ela estava sempre certa.

Se desse para voltar no tempo
Ou congelar o exato momento,
Que ela parte
Partindo nosso coração.

O tempo exato é o agora,
Enxugue cada lágrima que rola
Desse anjo sublime
Que tem em mãos.

Por que o céu também necessita de mãe.


An. P. Maciel

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