Meu corpo continua sangrando
Por dentro e por fora,
Enquanto minha boca força um sorriso,
Minha alma chora.
E chora descontroladamente,
Afogando-me nesse martírio.
Prendendo-me ainda mais
Nesse doloroso sacrifício.
Sacrifício a qual me entrego,
Simplesmente por amar demais.
Amar somente
E não ser amada jamais.
Essa lágrimas que deslizam pelo meu rosto
E deságuam no chão,
Congelem, eu imploro,
Meu frágil coração.
An. P. Maciel

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